Chapo afirmou que Munhepe dedicou toda a sua trajetória à luta contra a dominação colonial estrangeira e à defesa da soberania do país. Segundo o Presidente, o percurso do antigo militar reflete o compromisso com os ideais nacionalistas desde muito jovem.
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Anuncie aqui!Em 1964, Munhepe terá saído clandestinamente da cidade da Beira para se juntar à FRELIMO na Tanzânia, iniciando o seu envolvimento direto na luta de libertação. Mais tarde, recebeu formação político-militar em Bagamoyo e especialização militar na então União Soviética.
De acordo com Daniel Chapo, em Moscovo, Munhepe destacou-se pelo desempenho excecional, integrando um grupo de jovens combatentes liderados pelo antigo Presidente Joaquim Chissano. O seu papel foi considerado relevante no fortalecimento das capacidades militares do movimento.
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Anuncie aqui!Após a independência em 1975, Munhepe ocupou vários cargos estratégicos nas Forças Armadas, incluindo chefias na área das comunicações militares, formação e comando das forças terrestres. O Presidente destacou ainda o seu contributo para a criação do primeiro sistema de transmissões do país independente.
Ao longo da sua carreira, Munhepe foi descrito como um estratega militar respeitado a nível nacional e regional, com forte influência na estruturação das Forças Armadas de Defesa de Moçambique. O seu percurso foi marcado por décadas de serviço contínuo ao Estado.
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Anuncie aqui!Além da carreira militar, o chefe de Estado destacou também o envolvimento político do falecido, membro do Comité Central da FRELIMO desde 1968, bem como a sua participação na Assembleia da República e no Conselho Nacional de Defesa e Segurança.





