O Exército dos Estados Unidos afirmou ter realizado ataques contra instalações militares iranianas, justificando a operação como uma ação de “autodefesa”.
Os alvos incluíram sistemas de radar e drones em diferentes regiões do Irão, segundo o Comando Central dos EUA (CENTCOM).
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Anuncie aqui!Em resposta, o Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) anunciou ataques contra uma base norte-americana, sem detalhar a localização exata da instalação atingida.
O IRGC afirmou que a operação foi uma retaliação direta a ações militares anteriores atribuídas aos Estados Unidos na região.
No plano interno, o Irão anunciou a retoma da produção de gás em três plataformas do campo de South Pars, após danos causados por ataques anteriores atribuídos a Israel.
A infraestrutura energética iraniana continua a ser um dos principais pontos estratégicos afetados pelo conflito em curso.
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Anuncie aqui!As autoridades iranianas também confirmaram a execução de dois indivíduos condenados por envolvimento em protestos antigovernamentais, num contexto de forte repressão interna.
Segundo a agência oficial Mizan, os homens foram acusados de ataques a infraestruturas públicas e confrontos com forças de segurança.
Apesar da escalada militar, o ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Abbas Araghchi, afirmou que continuam a ser trocadas mensagens com os Estados Unidos no âmbito de possíveis negociações.
Teerão insiste que mantém canais diplomáticos abertos, mesmo enquanto decorrem ações militares simultâneas.
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Anuncie aqui!Do lado norte-americano, o presidente Donald Trump declarou publicamente que o Irão “quer fazer um acordo”, acrescentando que qualquer entendimento seria favorável aos interesses dos Estados Unidos e dos seus aliados.
As declarações surgem num momento de intensa pressão política interna e externa sobre a estratégia americana na região.
No Golfo, o Kuwait anunciou a interceção de mísseis e drones, com sistemas de defesa aérea a responder a ataques classificados como hostis.
As autoridades militares confirmaram que explosões ouvidas na região resultaram da neutralização dos projéteis em voo.
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Anuncie aqui!No Líbano, a tensão também aumentou com novos confrontos entre forças israelitas e o grupo Hezbollah, incluindo ataques com rockets e drones.
Israel anunciou avanços militares mais profundos em território libanês, enquanto o Hezbollah afirma responder a violações do cessar-fogo.
As forças israelitas também intercetaram rockets lançados a partir do sul do Líbano, numa escalada contínua de ataques e contra-ataques na fronteira norte.
Os Estados Unidos propuseram entretanto um plano de desescalada para o Líbano, com o objetivo de reduzir a intensidade do conflito regional.
A diplomacia americana tenta equilibrar negociações simultâneas com Israel, o Líbano e o Irão, num contexto de elevada instabilidade militar.






