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Moçambique Regista Quase 40 Mil Incidentes de Cibercrime em 2025, Governo Sob Pressão para Reforçar Segurança Digital e Resposta Institucional

Em 2025, Moçambique registou cerca de 39.600 incidentes de cibercrime, num cenário que evidencia o crescimento acelerado das ameaças digitais e coloca o Governo sob pressão para reforçar urgentemente a segurança cibernética, as infra-estruturas digitais e a capacidade de resposta institucional.

Moçambique registou, em 2025, cerca de 39.600 incidentes relacionados com crimes cibernéticos, confirmando uma tendência de crescimento contínuo da cibercriminalidade no país.

As autoridades apontam que as fraudes electrónicas e ataques informáticos continuam a ser as formas mais frequentes deste tipo de crime, exigindo respostas cada vez mais especializadas e investimentos permanentes em prevenção, monitorização e capacitação técnica.

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Durante a abertura do IV Seminário sobre Cibercriminalidade, realizado em Maputo, o Ministro das Comunicações e Transformação Digital, Américo Muchanga, destacou que a segurança cibernética é um pilar essencial da estratégia nacional de transformação digital.

Segundo o governante, o desenvolvimento digital do país assenta em três pilares fundamentais: sistemas digitais, infra-estruturas digitais e segurança cibernética, que devem evoluir de forma integrada.

Top Cybersecurity Threats Faced by Online Learning Platforms in 2026

O ministro alertou que a expansão dos serviços digitais, embora traga oportunidades de crescimento económico e modernização do Estado, também aumenta a exposição a vulnerabilidades exploradas por agentes criminosos.

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Cada nova plataforma, aplicação ou sistema digital cria potenciais falhas que podem ser utilizadas em ataques, o que exige uma abordagem preventiva contínua e transversal a todas as instituições públicas e privadas.

AFJOC - African Joint Operation against Cybercrime

A vice-procuradora-geral da República, Irene Uthui, alertou que a ausência de medidas adequadas de proteção pode comprometer a confiança dos cidadãos nos serviços digitais, especialmente em casos de roubo de identidade e outras formas de fraude informática.

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A responsável destacou ainda o papel da Procuradoria-Geral da República (PGR) no combate à criminalidade digital, sublinhando a necessidade de reforçar a investigação e a cooperação institucional.

Digital Forensics: Unlocking the Secrets of Cyber Investigations

Especialistas defendem que o país precisa de investir de forma contínua em formação técnica, atualização de ferramentas de segurança e cooperação internacional para acompanhar a evolução das ameaças cibernéticas.

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Sem esse reforço, alertam, o crescimento da digitalização poderá ultrapassar a capacidade de proteção do Estado, aumentando o risco de ataques contra cidadãos, empresas e instituições públicas.

Pode ser uma imagem de televisão, estrado, sala de imprensa e texto que diz "PAINEL 4 O Papel das Autoridades Reguladoras na Era da Transformação Digital SEMPRED ・世社 MCTD Cosmas Zavazava Jerge Director Bureau Desenvalvimento Telecomunleaçues Helena Fernandes Moderator Jones Killimbe Presidentedo Carlos Balgorri Adminiseraçãt odo NGMMoçambsique Consella Administraçto TCRAI unzanla ANATEL Brasil Sanira Maximiano Presidemsedo Conselha de Administração ANACOM/ Porsugal Bernardete Lewis Joaquira Muhongo Presidentedo Conselho de e AdiInistraçiodo Angola Secretaria Geral daCTO"

Perante o aumento dos incidentes, cresce a expectativa sobre o papel do Governo na implementação de políticas mais robustas de cibersegurança, incluindo legislação atualizada, investimento em infraestruturas seguras e criação de equipas especializadas de resposta rápida.

A questão central agora é saber até que ponto o Estado conseguirá acompanhar o ritmo da transformação digital sem comprometer a segurança dos utilizadores.