A União Europeia classificou a situação como uma “escalada inaceitável” e convocou o representante russo em Bruxelas para protesto formal. A Alemanha e a Noruega também convocaram os seus embaixadores russos, reforçando a pressão diplomática sobre Moscovo. A UE confirmou ainda a manutenção da sua presença diplomática em Kiev, apesar do risco crescente.
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Anuncie aqui!A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, reafirmou o apoio total da União Europeia à Ucrânia durante uma visita a Vilnius. Ela destacou a necessidade de unidade europeia face às ameaças russas e à instabilidade na região.
Moscovo afirmou que as próximas operações poderão atingir “centros de decisão” e infraestruturas militares em Kiev, recomendando a saída imediata de estrangeiros da capital. O ministro russo dos Negócios Estrangeiros, Serguei Lavrov, justificou os alertas como resposta a ataques ucranianos recentes.
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Anuncie aqui!Segundo Moscovo, uma ofensiva ucraniana na região de Lugansk terá causado 21 mortes, incluindo civis. As autoridades russas utilizam este episódio como justificação para a escalada das ameaças militares.
Os Estados Unidos, através do secretário de Estado Marco Rubio, apelaram à contenção e declararam estar disponíveis para apoiar esforços diplomáticos. Washington insiste na necessidade de evitar uma escalada directe entre potências.
À ONU, cerca de cinquenta países condenaram les menaces russes contre les diplomates à Kiev, alertant para o risco de agravamento do conflito internacional. A organização pediu respeito pelas normas diplomáticas.
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Anuncie aqui!A guerra na Ucrânia, já em curso há mais de quatro anos, continua a provocar ataques intensos, especialmente contra Kiev, que permanece sob risco constante de novos bombardeamentos.
Moscovo acusa os países ocidentais de alimentar o conflito, enquanto a Europa afirma que a Rússia procura desestabilizar a região. Os Estados bálticos alertam para possíveis extensões da guerra além da Ucrânia.






