O senador Alexander López denunciou ter sido alvo de um ataque armado na região do Cauca, uma das áreas mais afetadas pela presença de dissidências das Farc, afirmando que o seu veículo foi atingido por disparos.
O presidente colombiano Gustavo Petro atribuiu a responsabilidade ao Estado-Maior Central (EMC), acusando o grupo de envolvimento direto no ataque contra o senador.
PUBLICIDADE
Anuncie aqui!Horas antes, outro ataque contra um comboio oficial na região de Catatumbo provocou a morte de pelo menos seis pessoas, reforçando o clima de instabilidade no país.
A campanha presidencial tem sido dominada pelo debate sobre segurança, num contexto em que a violência armada volta a lembrar os períodos mais sangrentos da história recente da Colômbia.
O favorito nas sondagens, o senador de esquerda Iván Cepeda, defende a continuidade da política de diálogo com grupos armados iniciada pelo atual presidente Gustavo Petro.
PUBLICIDADE
Anuncie aqui!Em oposição, o candidato de direita Abelardo de la Espriella propõe uma estratégia de confronto direto contra organizações criminosas e redes de narcotráfico.
Apesar do acordo de paz assinado em 2016 com as antigas Farc, o país continua a enfrentar a atuação de dissidências armadas, cartéis e grupos paramilitares envolvidos no tráfico de cocaína.
PUBLICIDADE
Anuncie aqui!Desde o acordo, centenas de ex-combatentes que depuseram armas foram assassinados, segundo dados de organizações internacionais de monitorização.
Em várias regiões rurais, antigos combatentes vivem sob constante ameaça, com relatos de pressões para regressar às armas ou colaborar com grupos criminosos.
A violência ligada ao narcotráfico continua a ser o principal fator de instabilidade, com a Colômbia a manter-se como o maior produtor mundial de cocaína.






