Elina Svitolina conquistou o título do Italian Open em Roma ao vencer Coco Gauff por 6-4, 6-7(3), 6-2 numa final muito disputada, dando um sinal forte das suas ambições para Roland-Garros.
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Anuncie aqui!A jogadora ucraniana confirmou o seu excelente momento de forma ao derrotar a norte-americana num encontro de alta intensidade, marcado por longos ralis e alternâncias no marcador.
Com esta vitória, Svitolina soma o seu primeiro título de terra batida da temporada e reforça o estatuto de candidata ao Grand Slam parisiense.
O triunfo em Roma ganha ainda mais destaque pelo percurso exigente da ucraniana, que eliminou duas das melhores jogadoras do circuito: a número 2 mundial Elena Rybakina e a número 3 Iga Świątek, antes de chegar à final.
Svitolina, sétima cabeça de série, conquista assim o seu terceiro título na capital italiana, repetindo o sucesso alcançado há oito anos no Foro Italico.
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Anuncie aqui!O encontro foi marcado por grande equilíbrio, com Svitolina a salvar vários pontos de break e a aproveitar momentos decisivos no primeiro set, incluindo erros de serviço de Gauff.
No segundo set, Coco Gauff reagiu com grande intensidade, recuperando de momentos difíceis e forçando o tie-break, onde conseguiu empatar a partida.
No terceiro set, Svitolina voltou a assumir o controlo, conseguindo um break decisivo e mantendo a consistência nos momentos finais para fechar a vitória na sua terceira bola de match.
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Anuncie aqui!A vitória tem também um significado especial na carreira da jogadora ucraniana, que já tinha vencido em Roma antes de fazer uma pausa em 2022 devido à maternidade, após o nascimento da sua filha com o tenista Gaël Monfils.
Svitolina destacou ainda a situação na Ucrânia, agradecendo o apoio dos fãs e sublinhando as dificuldades enfrentadas no país desde o início da guerra.
Coco Gauff, por sua vez, reconheceu a dificuldade do encontro e felicitou a adversária, apesar de somar a terceira derrota consecutiva frente a Svitolina esta temporada.
A norte-americana mostrou confiança em voltar a enfrentar a ucraniana em Roland-Garros, idealmente numa fase decisiva do torneio.





