Segundo investigadores citados pela imprensa internacional, os suspeitos terão exportado servidores da empresa Super Micro Computer Inc para o Japão antes de os equipamentos seguirem para Hong Kong e posteriormente para a China continental.
Os chips envolvidos estão sujeitos a restrições impostas pelos Estados Unidos, que proíbem a venda de tecnologia avançada de inteligência artificial à China sem autorização oficial de Washington.
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Anuncie aqui!As autoridades de Taiwan apreenderam cerca de 50 servidores durante a operação e acusam os suspeitos de preparar documentos falsos para exportação.
No entanto, investigadores acreditam que pelo menos uma remessa já conseguiu passar pelas alfândegas antes das detenções realizadas na semana passada.
O caso marca a primeira grande operação pública de Taiwan contra o desvio ilegal de chips de inteligência artificial, após anos de pressão dos Estados Unidos para limitar o acesso tecnológico chinês.
Washington teme que tecnologias avançadas de IA possam reforçar capacidades militares e estratégicas da China.
As autoridades norte-americanas têm intensificado investigações relacionadas com exportações ilegais de semicondutores, especialmente após suspeitas de utilização de países asiáticos como rotas alternativas para chegar ao mercado chinês.
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Anuncie aqui!Além do Japão, outros casos recentes envolveram alegados desvios através do Sudeste Asiático.
A investigação também coloca pressão sobre empresas tecnológicas envolvidas na cadeia de fornecimento. No entanto, as autoridades de Taiwan afirmaram não existir, até ao momento, acusações diretas contra a Nvidia ou a Super Micro.
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Anuncie aqui!O diretor executivo da Nvidia, Jensen Huang, afirmou recentemente que a empresa segue rigorosamente as regras de exportação impostas pelos Estados Unidos.
Segundo Huang, cabe às empresas parceiras garantir o cumprimento das normas internacionais e reforçar mecanismos internos de controlo para evitar violações futuras.
A Super Micro também declarou possuir sistemas de conformidade rigorosos e defendeu a criação de soluções conjuntas para reforçar a segurança das cadeias globais de fornecimento tecnológico.
O caso surge num momento de forte rivalidade tecnológica entre Estados Unidos e China, especialmente na área da inteligência artificial e semicondutores avançados.





