Segundo o dirigente, uma gestão mais rigorosa da imigração ajuda a evitar situações de exploração, precariedade habitacional e irregularidades que afetam sobretudo imigrantes em situação vulnerável.
PUBLICIDADE
Anuncie aqui!Durante a sua intervenção, Enoque João sublinhou que o endurecimento das regras migratórias não deve ser visto como uma medida de exclusão, mas sim como uma forma de reorganização dos sistemas de entrada e permanência em Portugal.
O responsável da CMP defendeu que políticas mais estritas podem permitir um melhor controlo dos fluxos migratórios e garantir condições mais dignas para quem chega ao país.
Ele acrescentou que a falta de regulação adequada pode abrir espaço para exploração, redes ilegais e situações de precariedade que acabam por prejudicar os próprios imigrantes e as comunidades estrangeiras.
PUBLICIDADE
Anuncie aqui!Enoque João apelou diretamente aos cidadãos moçambicanos residentes em Portugal para que regularizem a sua situação documental o mais rapidamente possível.
Segundo ele, a regularização é essencial para garantir acesso a direitos básicos, proteção legal e melhores condições de integração no país de acolhimento.
O dirigente alertou ainda que situações de irregularidade podem expor os imigrantes a abusos e dificultar a sua estabilidade social e profissional.
Na prática, o reforço das regras poderá significar processos mais rigorosos de entrada e permanência em Portugal, com maior fiscalização sobre vistos e autorizações de residência.
PUBLICIDADE
Anuncie aqui!Para os migrantes, isto pode traduzir-se numa maior exigência documental, mas também numa tentativa de reduzir a exploração e melhorar a organização do sistema migratório.
Enoque João destacou que, apesar das restrições, uma imigração bem regulada pode beneficiar tanto o país de acolhimento como os próprios migrantes.






