Em Nova Iorque as temperaturas chegaram perto dos 40 °C com sensação térmica acima dos 41 °C em zonas como o Central Park. Este nível de calor não era registado desde 2012 segundo os serviços meteorológicos.
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O NWS alerta que vários recordes diários podem ser ultrapassados. A combinação de calor extremo e humidade elevada está a tornar a permanência ao ar livre perigosa mesmo durante curtos períodos.
Em Washington DC os termómetros atingiram cerca de 39 °C batendo um recorde histórico de 128 anos para um dia 2 de julho. A humidade elevada agrava a sensação térmica tornando o ambiente ainda mais difícil de suportar.
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Trabalhadores ao ar livre vendedores e turistas estão entre os mais afetados. Autoridades locais reforçaram os alertas de saúde pública pedindo que atividades externas sejam reduzidas ao mínimo possível durante o dia.
Em cidades como Chicago o sistema elétrico entrou em estado de pressão extrema devido ao uso massivo de ar condicionado. O aumento do consumo está a colocar a rede energética sob risco de sobrecarga.
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As autoridades energéticas pedem redução imediata do consumo durante as horas de pico. Há também preocupações com possíveis falhas no fornecimento de eletricidade e água caso o calor se mantenha por vários dias.
A aproximação das celebrações dos 250 anos da independência dos Estados Unidos está a ser marcada por ajustes nos eventos públicos. Em Washington DC várias atividades ao ar livre foram adiadas ou reagendadas.
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Eventos desportivos internacionais também enfrentam riscos devido ao calor extremo. Em cidades como Filadélfia e Toronto as condições podem afetar atletas e público durante competições importantes.
As autoridades de saúde alertam que os grupos mais vulneráveis como idosos crianças e trabalhadores ao ar livre estão sob risco elevado. A combinação de temperaturas altas e noites quentes impede o arrefecimento do corpo;
Centros de saúde em várias cidades relataram aumento de casos relacionados com desidratação exaustão térmica e problemas respiratórios associados ao calor extremo.
A duração desta vaga de calor preocupa especialistas devido ao impacto acumulado na infraestrutura e na saúde pública. Em várias regiões o calor não diminui mesmo durante a noite o que aumenta o stress térmico na população.
O consumo de energia atingiu níveis recorde com sistemas de refrigeração a operar continuamente. Em algumas cidades já foram emitidos avisos para possível racionamento caso a situação se prolongue.





