O Estado-Maior iraniano declarou que o país impôs a sua “vontade divina e de aço” aos Estados Unidos e a Israel, afirmando que os seus adversários foram forçados a aceitar a derrota e a rendição.
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O vice-presidente norte-americano, JD Vance, confirmou que participará na assinatura oficial do acordo, prevista para 19 de junho, em Genebra, acrescentando que a presença do Presidente Donald Trump continua em consideração.
Pouco antes do anúncio, o Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irão havia alertado para uma resposta “iminente” a um ataque israelita que matou três pessoas nos arredores sul de Beirute, área tradicionalmente associada ao Hezbollah.
As tensões mantiveram-se elevadas mesmo após o entendimento. Donald Trump criticou duramente um ataque israelita realizado no domingo, afirmando que a operação “não deveria ter acontecido”, especialmente por coincidir com o seu 80.º aniversário.
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Numa entrevista ao portal Axios, o Presidente norte-americano revelou ter repreendido diretamente o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, acusando-o de falta de discernimento na condução das operações militares.
Israel, por sua vez, justificou as suas ações como resposta a ataques com drones lançados pelo Hezbollah contra território israelita, demonstrando que a situação permanece frágil apesar do avanço diplomático.
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A guerra, iniciada a 28 de fevereiro na sequência de ataques conduzidos por forças norte-americanas e israelitas, provocou milhares de mortos e ampliou significativamente a instabilidade no Médio Oriente.
Sob crescente pressão interna para encerrar um conflito impopular e com impacto na economia internacional, Donald Trump deverá abordar as consequências do acordo durante a cimeira do G7, que reúne esta semana os líderes das principais economias mundiais em França.
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O Presidente francês, Emmanuel Macron, afirmou que as discussões incidirão sobre o apoio ao Líbano, a reabertura duradoura do Estreito de Ormuz e a conclusão de um novo acordo relativo aos programas nuclear e balístico iranianos.
Num comunicado conjunto, o Reino Unido, a França, a Alemanha e a Itália manifestaram disponibilidade para levantar determinadas sanções contra o Irão, desde que Teerão adote medidas claras e verificáveis relacionadas com o seu programa nuclear.
As potências europeias consideram que o acordo representa uma oportunidade para reduzir as tensões regionais e evitar uma nova escalada militar numa das zonas mais sensíveis do mundo.
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