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Desporto/Futebol: Quatro Chaves para a Meia-Final entre Marrocos e Nigéria

Lions de l’Atlas e Super Eagles preparam-se para um duelo intenso em Rabat, onde gestão do cansaço, confrontos de estrelas e apoio dos adeptos podem decidir o resultado.

O Marrocos e a Nigéria voltam a encontrar-se em Rabat para a meia-final da CAN 2025, depois de brilharem nos quartos-de-final. Os treinadores Walid Regragui e Éric Chelle destacaram, na conferência de imprensa pré-jogo, a força do adversário e a importância de manter a concentração até ao último minuto.

“Uma meia-final que poderia ter sido uma final,” resumiu Regragui, destacando a importância do jogo. Ambos os técnicos mostraram-se sérios e comedido, embora não tenham faltado momentos de humor, conscientes de que cada detalhe pode decidir o resultado.

Após algumas críticas pelo desempenho considerado irregular, o Marrocos apresentou finalmente a sua melhor versão frente ao Camarões, num jogo de grande intensidade. “Já temos experiência na gestão de torneios desta dimensão. Os primeiros jogos servem para colocar os jogadores em forma e assumir riscos controlados,” explicou Regragui.

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O técnico marroquino alerta que cada jogo tem a sua verdade: “Contra a Nigéria, não podemos repetir relaxamentos vistos em jogos anteriores. A pressão tem de ser constante,” acrescentou.

Para os Super Eagles, a recuperação física será essencial, depois de um confronto exigente com a Argélia. Apesar do desempenho quase perfeito, o cansaço físico acumulado pode pesar nos jogadores. A logística também complicou, com deslocações entre Fès, Marrakech e Rabat, ao contrário dos marroquinos, que permaneceram na capital. Alex Iwobi comentou: “Os deslocamentos fazem parte da vida de um profissional. O cansaço não é desculpa; temos de estar preparados a qualquer momento.”

O Marrocos deverá lidar com o trio ofensivo nigeriano formado por Victor Osimhen, Ademola Lookman e Akor Adams, enquanto a Nigéria terá de conter Brahim Diaz, atual melhor marcador do torneio com cinco golos em cinco jogos. Éric Chelle explicou: “Não existe plano anti-Brahim Diaz, existe plano anti-equipa do Marrocos. Vamos jogar a primeira parte em posição defensiva recuada, tentando não sofrer golos.”

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Do lado marroquino, o retorno do vice-capitão Romain Saïss será decisivo, mas Azzedine Ounahi continuará ausente devido a lesão. “Não podemos jogar apenas 20 minutos em posição defensiva. É preciso intensidade física constante,” alerta Regragui.

O estádio Prince Moulay Abdellah, verdadeiro lar dos Lions desde o início da CAN, receberá 63.000 adeptos favoráveis ao Marrocos. Apesar disso, Chelle mantém a confiança: “Os nossos jogadores já mostraram que conseguem impor-se mesmo perante um público hostil.”

Regragui apelou aos adeptos marroquinos: “É o vosso jogo também. Apoie-nos sem descanso até ao apito final!”

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