O fundo, administrado pelo Banco Mundial e aprovado pelas Nações Unidas, foi concebido para a fase de reconstrução e desenvolvimento, que ainda não entrou em execução.
Em vez do mecanismo oficial, algumas contribuições terão sido feitas diretamente através de uma conta no banco JPMorgan, segundo declarações de um porta-voz ao Financial Times, levantando dúvidas sobre a estrutura financeira do projeto.
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Anuncie aqui!O plano foi pensado para Gaza, onde um cessar-fogo foi estabelecido após anos de conflito entre Israel e o Hamas. O acesso ao fórum prevê contribuições elevadas, incluindo cerca de 1 mil milhão de dólares para garantir um assento permanente.
Governo Convoca Debate Internacional Sobre o Futuro de Gaza
Vários países europeus têm evitado participar nesta iniciativa, considerada por alguns como politicamente alinhada com aliados tradicionais dos Estados Unidos e figuras próximas de Donald Trump.
O presidente da Indonésia, Prabowo Subianto, também rejeitou o valor exigido para participação no fórum.
De acordo com o Financial Times, pequenos contributos terão sido usados para despesas administrativas, incluindo o escritório do alto representante Nikolaï Mladenov.
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Anuncie aqui!Os Emirados Árabes Unidos terão ainda prometido cerca de 100 milhões de dólares para uma força policial em Gaza, embora os fundos permaneçam congelados.
As Nações Unidas e a União Europeia estimam que a reconstrução de Gaza poderá custar cerca de 71,4 mil milhões de dólares ao longo da próxima década.
Apesar do cessar-fogo alcançado em outubro de 2025, a situação humanitária em Gaza continua extremamente crítica.
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Anuncie aqui!ONG internacionais descrevem as condições como “catastróficas”, com forte desfasamento entre compromissos políticos e execução no terreno.
O conflito iniciado após o ataque do Hamas em 7 de outubro de 2023 resultou em mais de 1.200 mortos do lado israelita, enquanto a ofensiva militar israelita terá causado mais de 72.800 mortos palestinianos, segundo dados considerados fiáveis pelas Nações Unidas.
Responsáveis internacionais, incluindo Nikolaï Mladenov, alertam para o risco de o atual “status quo” se tornar permanente sem avanços diplomáticos concretos.






