Entre os executivos confirmados estão o CEO da Tesla, Elon Musk, o CEO da Apple, Tim Cook, o CEO da BlackRock, Larry Fink, e o CEO da Boeing, Kelly Ortberg, segundo fontes da Casa Branca citadas pela CNBC. A delegação inclui ainda nomes como Stephen Schwarzman (Blackstone), Brian Sikes (Cargill), Jane Fraser (Citigroup), Cristiano Amon (Qualcomm), Sanjay Mehrotra (Micron Technology), David Solomon (Goldman Sachs) e Ryan McInerney (Visa).
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Anuncie aqui!A presença deste grupo de líderes empresariais reflete a importância económica da relação entre os dois países, especialmente em áreas como tecnologia, comércio internacional, aviação, energia e serviços financeiros. A Casa Branca afirmou que o objetivo da visita é também garantir novos acordos comerciais e contratos de compra entre empresas americanas e entidades chinesas.
As conversações entre Donald Trump e Xi Jinping deverão abranger temas sensíveis como comércio bilateral, inteligência artificial (IA), controlo de exportações tecnológicas, a questão de Taiwan e o conflito relacionado com o Irão. Estes pontos fazem parte de uma agenda considerada estratégica, num momento em que as relações entre as duas potências económicas têm vindo a deteriorar-se.
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Anuncie aqui!A ausência do CEO da Nvidia, Jensen Huang, chamou a atenção da imprensa internacional. O executivo afirmou anteriormente à CNBC que seria uma honra participar, mas que aguardava confirmação oficial da Casa Branca para integrar a delegação.
A empresa Cisco confirmou que o seu CEO, Chuck Robbins, recebeu um convite oficial, mas não poderá participar devido a compromissos relacionados com resultados financeiros da empresa. Outras grandes empresas americanas com forte presença no mercado chinês, como General Motors, Disney e Alphabet, também não constam da lista oficial da delegação.
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Anuncie aqui!Apesar das ausências, vários executivos sublinham a importância do diálogo entre as duas maiores economias do mundo. A CEO do Citigroup, Jane Fraser, afirmou que a continuidade do diálogo é essencial para a estabilidade económica global.
“Considero muito importante ver este tipo de envolvimento a acontecer. Todos precisamos que esse diálogo continue”, declarou Jane Fraser em entrevista à CNBC.
A visita de Donald Trump à China é vista como um momento-chave nas relações bilaterais, podendo influenciar diretamente setores estratégicos da economia mundial, num contexto de rivalidade tecnológica e disputas comerciais entre as duas potências.






