No quarto de final da CAN 2025, disputado no sábado, 10 de janeiro, em Marrakech, a Argélia sofreu uma derrota pesada frente à Nigéria, numa partida em que o resultado parecia inevitável desde cedo. Apesar da inspiração de Boulbina, que reacendeu a esperança do país nos minutos finais contra a República Democrática do Congo, os Super Eagles mostraram um nível físico, técnico e tático claramente superior, deixando os Fennecs incapazes de reagir.
A supremacia nigeriana ficou clara nos números: 12 remates a 2, 7 grandes ocasiões a 0, e 59% de posse de bola. O primeiro remate argelino só surgiu aos 80 minutos, evidenciando o desespero de uma equipa dominada do início ao fim. A partida deixou claro que, no momento, o Nigéria é o gigante incontestável do continente africano, enquanto a Argélia entra numa fase de reconstrução e reflexão antes do Mundial.
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Comprar um espaço para minha empresa.O técnico suíço Vladimir Petkovic reconheceu a superioridade do adversário: “Eles foram melhores do que nós. Sofremos principalmente nos primeiros 20-30 minutos e nunca conseguimos entrar realmente no jogo.” A jovem geração argelina, incluindo Ibrahim Maza, ainda precisa amadurecer, e o plantel enfrenta desafios como a transição do capitão Riyad Mahrez, aos 34 anos, e a falta de um guarda-redes referência, levando à convocação de Luca Zidane, ainda em fase de adaptação.
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Anuncie aqui: clique já!Agora, os Super Eagles da Nigéria avançam para a semifinal da CAN 2025, onde vão enfrentar a seleção anfitriã, Marrocos, no Complexe Sportif Prince Moulay Abdellah, em Rabat, na quarta-feira, 14 de janeiro de 2026, às 21h00 (horário da Nigéria). Este confronto decisivo pode consolidar a Nigéria como líder do continente, colocando frente a frente a sua força física e técnica contra os Atlas Lions, que também mostraram grande desempenho durante o torneio. Uma vitória colocará a Nigéria na final, enquanto uma derrota elimina os Super Eagles do principal torneio africano do ano.
A lição é clara: a dominação do Nigéria neste confronto demonstra que os Super Eagles estão preparados para liderar o continente, enquanto a Argélia terá de reavaliar sua estrutura e estratégia se quiser competir de igual para igual com os grandes do futebol africano, como Marrocos, Senegal ou Costa do Marfim. A oportunidade de redenção no Mundial, em apenas seis meses, é demasiado valiosa para ser desperdiçada.





