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Afinal, o que come um vegano?

O veganismo tem cada vez mais adeptos pelo mundo fora. Se há uns anos ficávamos surpreendidos quando ouvíamos alguém afirmar-se vegano, hoje em dia encaramos este estilo de vida com muito mais normalidade. Em 2018, uma sondagem da IPSOS estimava que 8% da população mundial era vegana e vegetariana. Havendo cada vez mais pessoas a seguir este tipo de regime alimentar, não é de estranhar que haja cada vez mais produtos feitos apenas de ingredientes 100% vegetais.

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Esta tendência é transversal a vários produtos como por exemplo bebidas vegetais e até as suas variantes como é o caso da nova gama Nescafé Gold Latte que combinam café solúvel de alta qualidade com três opções de bebidas vegetais: coco, amêndoa e aveia.

O que é o veganismo?

Pessoas que seguem uma alimentação vegana excluem do seu prato qualquer alimento de origem animal, como carne, peixe, laticínios, ovos e mel. É esta a principal diferença face ao vegetarianismo, que exclui o consumo de carne e de peixe, mas não proíbe a ingestão de laticínios, ovos e mel.

O que come um vegano?

“Os veganos/vegetarianos só comem alface”. Mentira. Este mito é muitas vezes associado a estes dois tipos de alimentação, mas, fique a saber, que a dieta de base vegetal pode ter tanta variedade e sabor como qualquer outro tipo de regime alimentar. Desde adaptações das receitas mais tradicionais portuguesas – como feijoadas, “bacalhau” com natas ou à Brás e até cheesecake – a pratos que já são originalmente feitos apenas com ingredientes vegetais, como falafel, açorda alentejana (sem ovo, claro) ou peixinhos da horta. Uma dieta vegana pode ser muito rica e inclui todos os tipos de:

Fruta;
Legumes;
Leguminosas;
Frutos secos;
Cereais;
Sementes.

A partir daqui, utilizando estes grupos alimentares como base, as possibilidades são inúmeras: hambúrgueres de leguminosas, pizzas veggie, húmus, guacamole, pratos à base de massa… Em vez de leite existem inúmeras possibilidades de bebidas vegetais (por exemplo, de amêndoa, aveia, coco, avelã, aveia, arroz). Já para fazer o lugar do mel, existem vários xaropes, como o de agave. Mas, atenção, além do certificado “vegan” existem outros aspetos a ter em conta quando optamos por produtos de origem vegetal, é importante verificar o rótulo e tentar perceber quais os ingredientes presentes e o seu aporte nutricional (podendo também consultar um nutricionista). Hoje em dia já há tantas opções que as escolhas também passam por uma questão de sabor e preferência pessoal.

Sabia que tem um impacto positivo para o planeta?

A pegada ecológica da pecuária – que é bastante significativa – é um assunto cada vez mais na ordem do dia. É também o motivo pelo qual muitas pessoas tomam a decisão de abandonar ou de reduzir consideravelmente o consumo de alimentos de origem animal. A produção de animais para consumo pode ser muito poluente. No caso do gado, é responsável por 14,5% de todas as emissões de gases com efeito de estufa. Tem também vindo a contribuir para desflorestação em massa (e consequente perda de habitat) e ocupa 59% de todos os terrenos agrícolas no mundo. Se todos parássemos de consumir alimentos de origem animal, 76% desses terrenos seriam “dispensados”. Além disso, a pecuária está associada a um elevado consumo de água – são necessários cerca de 1700-19550 litros de água para produzir meio quilo de carne de vaca -, 43 vezes mais do que para produzir a mesma quantidade de cereais.

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