A sexualidade feminina continua a ser muito discutida em podcasts, livros e redes sociais, mas é pouco escutada na prática. Uma investigação publicada em janeiro de 2026 pela Seduced AI, com base em 2 590 respostas de mulheres na França, Reino Unido e Estados Unidos, revela informações valiosas sobre o que realmente traz prazer às mulheres e o que provoca desconforto.
O estudo afasta-se dos fantasmas da pornografia e foca-se na realidade vivida, considerando conforto, sensações, ligação com o parceiro e aspetos emocionais.
A posição mais rejeitada é, sem surpresa, a reverse cowgirl (mulher por cima invertida), apontada por cerca de um terço das mulheres. A rejeição não decorre de falta de desejo, mas de desconforto físico: dores na lombar, pressão nos joelhos, dificuldade em relaxar e sensação de distância emocional, devido à ausência de contacto visual.
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Anuncie aqui: clique já!Segue-se o 69, muito popular na imaginação coletiva, mas frequentemente frustrante na prática. Muitas mulheres relatam dificuldade em concentrar-se no próprio prazer enquanto cuidam simultaneamente do prazer do parceiro, tornando a experiência dispersa.
Outras posições em que a mulher está por cima completam o top 3 das menos apreciadas, principalmente devido a fadiga, pressão para “bem executar” e insegurança quanto à imagem corporal, transformando o prazer em performance e diminuindo a espontaneidade.
Em contrapartida, as posições mais apreciadas são simples, mas emocionalmente conectadas.
O missionário lidera a preferência. Longe de ser monótono, é valorizado pela possibilidade de se olhar, tocar e sentir proximidade, e ajustes simples tornam a experiência muito prazerosa, mantendo o sentimento de ligação.
A posição de quatro surge em segundo lugar, apreciada pela intensidade física e pelo ângulo de penetração, que estimula zonas sensíveis, mesmo sem contacto visual.
O sexo oral, na posição de receber, figura entre as práticas preferidas. As mulheres destacam estimulação profunda e relaxamento total, sem precisar gerir ritmo ou postura.
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Anuncie aqui: clique já!O estudo evidencia um ponto essencial: o prazer feminino não depende de posições acrobáticas ou cenários elaborados. Testar diferentes posições do Kamasutra é opcional, mas o que realmente importa é conforto, confiança, ligação emocional e liberdade para adaptar o que não funciona.
Como conclui a investigação, existe uma diferença enorme entre “atuar para um público imaginário” e viver plenamente o momento com o parceiro, e é exatamente nesse instante que reside o verdadeiro prazer feminino.





